terça-feira, 8 de setembro de 2009

O que eu quero x o que eu faço

No mundo dos relacionamentos existem dois fatores importantíssimos: o que eu quero e espero da outra pessoa e aquilo que eu faço, as atitudes que tomo dentro do nosso caso.

Pois bem, se você perguntar à Cristina, ela dirá que eu sou errada com os meus casinhos (afinal, quando saia com o Juan Casamento eu continuava saindo, ficando com pessoas que eu achava interessante e tudo mais), que eu tenho péssimas atitudes até mesmo quando estou interessada em algo mais sério, ainda mais pra camuflar o que sinto. Eu discordo. Acho horrível alguém parar a vida, mudar o estilo completamente por causa de uma possibilidade de relacionamento... Acho que, se não dá certo depois, você passa a se crucificar pelas coisas que você deixou de fazer, ainda mais por algo que não deu certo.

Mas pra viver assim é importante que a pessoa tenha a cabeça no lugar e saiba o que exigir. Por exemplo, eu sempre dizia que eu não ligaria se o Juan Casamento estivesse saindo com outra menina (desde que ele não ficasse me contando, né) e não ligava mesmo quando ele saia de balada com os amigos... Não esperava isso dele porque eu fazia o mesmo! Seria hipocrisia da minha parte e isso sim seria errado. Cobrar por algo que eu não estava disposta a fazer! É importante que a gente saiba identificar o momento certo de chegar a um consenso e abrir mão de coisas “juntos”. Temos que dar o exemplo, pensar sempre em “eu não faço com o outro aquilo que não quero que faça comigo. Pra mim, só assim será possível que um relacionamento cresça baseado em confiança e cumplicidade.

Um comentário:

  1. Vicky,

    Achei seu post um tanto quanto polêmico, pois deixa muitas arestas a serem esclarecidas...
    Eu não discrimino nenhuma atitude. Inclusive comentei sobre isso no post anterior.
    Não aprovei suas atitudes naquela ocasião específica, porque você estava agindo contra o que vc queria, mesmo que na época não tivesse percebido isso.
    E a sua atitude acarretou arrependimentos grandes.
    Como defendi no post anterior. Acho que se nós não nos entregarmos ao que estamos sentindo, as coisas passam a acontecer em vão. Naquela ocasião, na minha opnião, que pude formar a partir de coisas que conversamos, vc parecia usar os outros casinhos para mostrar pra ninguém menos do que você mesma que não estava envolvida. O que não adiantou nada, pois você estava, querendo ou não...
    E no fim, porque não abrir mão de algumas coisas, não pelo outro, mas por você mesma, porque naquele momento você quer se permitir ser vulnerável. Porque pode ter certeza, que você não vai estar perdendo nada em estar se doando a alguem... se ele não se doar de volta, azar o dele... você pelo menos foi sincera e verdadeira com você mesma e quando o caso acabar - se acabar - você nunca vai precisar se sentir arrependida por não ter tentado.
    Eu reprovo sim a pessoa que passa pela vida tentando evitar o envolvimento, evitar o sofrimento. Esse é o verdadeiro caminho para crescer e conquistar a felicidade. Porque quando vc não tenta, não experimenta, não sente... você não está vivendo, está apenas existindo.

    Cris

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